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domingo, 6 de maio de 2012


Primeira condenação na Rússia por propaganda homossexual

MOSCOU — Um líder da GayRussia foi condenado nesta sexta-feira por propaganda homossexual por um tribunal de São Petersburgo, convirtendo-se assim na primeira pessoas condenada com base numa nova lei da segunda cidade da Rússia, considerada homófoba pelos defensores da liberdade.
Nikolai Alexev informou à AFP ter sido condenado a uma multa de 5.000 rublos (128 euros) por ter infringido este texto que castiga os autores de qualquer "ato público que promova a homossexualidade ante os menores ou a pedofilia".
Foi detido pela polícia no início de abril por ter se manifestado ante a Casa de Cultura para os jovens de São Petersburgo, agitando junto a outros militantes cartazes com dizeres como "os homossexuais também nasceram na Terra - Não se pode mentir para as crianças", para protestar contra a nova lei que entrou em vigor em março.
"Isso mostra o absurdo desta lei que associa homossexualidade e pedofilia", denunciou Alexev, que vai recorrer à Corte Europeia dos Direitos Humanos.
A homossexualidade foi considerada crime na Rússia até 1993 e doença mental até 1999.
As tentativas de organizar o Dia do Orgulho Gay desde 2006 foram proibidas pelas autoridades e dispersadas pela polícia.
AFP

domingo, 4 de março de 2012

Garoto Interrompido



Fico me perguntando a cada momento, se o que estou passando hoje é justo. Pode até haver dedo de alguma força divina pra tudo isso, mas porque comigo?
Já tentei de todas as formas possíveis esquecer o que ocorreu comigo, ou tirar forças para uma mudança positiva com relação ao meu trauma, mas hoje não é o meu tempo ainda.
Quanta dor que estou sentindo, nenhuma fratura, nenhum corte mais profundo, ira diminuir essa dor no peito, esse estranho ódio que me consome, e de todas as lembranças, as únicas que fixa em minha mente, foi do tempo que eu era feliz.
Lembro dos meus momentos quando criança, o dia se tornava perfeito quando toda família reunia para o almoço no final de semana. Meus primos tinham poucos anos de diferença, por isso a festa se tornava completa. Cresci como toda criança normal no padrão social das pessoas, corria, brincava, pulava sobia nas árvores, estabelecia um vinculo regular com as outras crianças, mas o que eu mais gostava era de ficar com os adultos, me sentia mais a vontade perto deles. Minha mãe ou outro adulto por perto, sempre mandava sair de perto e correr com as outras crianças. Era uma situação difícil pra mim, porque eu não me encaixava com o grupo de meninos.
Aos meus 7 ou 8 anos de idade comecei a sofrer os primeiros sinais de preconceito, eu tinha a voz um pouco fina, e adorava falar de novela e assuntos femininos com as meninas.  Achava sem nexo todas aquelas brincadeiras feitas pelos garotos, ficava com um pouco de nojo de manter contato com eles, eles corriam muito, transpiravam bastante, falavam palavras agressivas, e aquilo tudo era horrível aos meus olhos. Por ser dessa maneira comecei a ter os primeiros apelidos, “viadinho, borboleta, bichinha, boiola” entre outros, que não consigo me recordar agora.
Fase difícil mesmo foi dos meus 12 até os 15, quanto mais crescido, maior o número de ofensas... Chegando nessa idade até agressão física eu recebia. Sempre tive o conceito de boa vizinhança, nunca fiz com os outros o que eu não gostaria que fizesse comigo mesmo, mas 90% das pessoas não pensam assim, e por não pensarem, sofri os piores anos da minha vida! A televisão foi um meio bem apelativo pra isso, todo protagonista gay de alguma série de humor, era batizado sobre mim, tentava não ligar muito, pois meu tipo físico não aceitava nenhum tipo de defesa, por isso na maioria das vezes permanecia calado.
Quando eu levei aquela surra no meio da rua, fiquei perguntando a nossa força divina, o porquê eu ter nascido daquele jeito... Caramba eu tinha apanhado de mulher! Estava eu, voltando tranquilamente do colégio, quando o grupo de jogadoras do meu colégio, começou a me ofender... Umas me chamavam de bicha, outras de boiolinha, e uma até ousou dizer, que eu adorava enfiar um pau bem grosso no meu cú! Aquilo foi o fim pra mim, minha cota já havia esgotado, mandei imediatamente aquela ruiva sem vergonha calar a boca. Daí começou o show de pontapé e socos... Lembro que uma até rebentou a sandália de tanto me chutar.
Cheguei em casa envergonhado, diminui o máximo que tinha acontecido comigo, para minha mãe não desconfiar da minha sexualidade, preconceito fora de casa, daí tudo bem... Mas dentro, e minha própria mãe? Não aguentaria!
As vezes eu ficava horas no banheiro, pegava o batom da minha mãe, e ficava passando bem devagar na minha boca, lembro que ela tinha algumas meias cumpridas, pegava o barbeador do meu padrasto, me depilava, e depois as colocava. Me sentia a vontade com aquilo, estranho... Mas bem à vontade.
Já era sexta, aquela mesma ansiedade de sempre aparecia, naquele tempo eu queria desvendar o porque eu estava sentindo aquilo, era apenas o meu pai vindo me buscar, de novo mais um fim de semana feliz, e divertido ao lado do meu pai. Ele me levava para a casa dele, às vezes de moto, outras de carro, no meio do caminho aquela adrenalina me consumia, ficava imaginando... E quando chegar lá? Como é que vai ser? Mas toda vez era uma grande surpresa...
Desde de muito pequeno eu me sentia diferente dos outros meninos, quando eu era bem novinho, imaginava um lindo homem vindo me buscar a cavalo, na maioria das vezes eram galãs desses filmes de herói, ficava imaginando o dia que um belíssimo homem iria me colocar em seus braços, e me levar pra longe dali.
Em reuniões de família, por muitas vezes o assunto era homossexualismo, minha família bem conservadora, sempre dizia que o homem foi feito apenas para mulher, outros sempre comentavam que era algo desprezível, e que ambos iriam diretamente para o inferno. Isso me doía bastante, e me dói até hoje. Eu não quero ir pro inferno!
Em 2007 foi o ano que eu comecei a ter um contato com a internet, foi  nesse ano que eu fiz o meu cadastro nas primeiras redes sociais, comecei a conhecer novas pessoas, e com isso ter um contato direto com pessoas como “eu”. Entrei em comunidades GLS, participei de chats, e com isso minha lista de contatos só foi aumentando.
Toda mãe é curiosa, sempre se preocupam com o que o filho esta mexendo, com a minha mãe não foi tão diferente. Em uma sorte do destino, ela encontrou minha página de email aberta, e viu os tipos de conversa que eu estava tendo, e foi logo me colocando contra a parede, querendo explicação daquilo... Isso durou por muitos dias...
Sexta feira, mais um dia de discussão, 14:30 minha querida mãe ousou dizer, que preferia ter um filho morto, que um filho homossexual! Aquilo foi tão doloroso pra mim, confesso que por alguns instantes, me faltou o ar, queria chamar aquela mulher de todos os nomes possíveis, mas minha forma de vingança foi bem pior. Em um momento de dor, acabei falando que não era minha culpa ser daquele jeito, que o único culpado era meu pai, que me abusava sexualmente desde os meus 3 anos de idade!
Minha mãe separou dele quando eu tinha apenas 3 anos de idade, o motivo da separação foi porque ele a batia muito... ”Agradeço todos os dias de minha por ele ter batido”.
Ele bem que tentou tirar minha guarda, mas o grandioso juiz disse não, mas infelizmente por ordem da lei, permitiram que aquele verme me levasse todos os finais de semana para passar na casa dele.
No começo ele vinha com a desculpa de fimose, depois se tornou algo divino, saudável e normal aos olhos de Deus... É meu caro leitor, na cabeça desse retardado sexo entre pai e filho era algo normal e divino!
Toda vez que eu mantinha relação sexual com ele, ficava pensando apenas na minha madrasta, como eu poderia estar traindo ela, na própria casa dela? Eu era o amante da vez, cresci com isso na cabeça, era o outro, a diversão, nunca tive imagem dele como um pai, tanto que toda vez que o chamava de pai, algo me corroia por dentro, tremia só de mencionar a palavra “pai”.
O tempo foi passando, e finalmente à mídia me ajudou em alguma coisa... Aquelas reportagens sensacionalista de como o sexo entre pai e filho era algo hediondo, acabou aos poucos abrindo meus olhos e me torturando profundamente.
Entrava no banheiro, ficava me olhando no espelho, meus olhos miravam apenas a minha boca... Que boca suja que eu tinha, pegava o sabão, a bucha, e ficava esfregando com toda minha força, para tentar tirar aquele gosto horrível que aquele homem tinha colocado na minha boca.
Meu corpo? Nem o diabo o quer... Esta mais passado e usado do que qualquer outro garoto de aluguel, também foi muitos anos de uso... Minha primeira masturbação foi aos 3 anos, confesso que estou sendo vulgar, mas realista!
É... Realidade, eis aqui uma pequena parte da vida de um desconhecido, que hoje em dia se corta, e não se aceita, enquanto o desgraçado que fez isso comigo, esta por ai, gozando sua vida.
Mas hoje eu to deprimido, confesso que estou pra baixo... Rodando pelos cantos da casa, tentando encontrar uma saída... Forma mais fácil e eficaz é fazendo justiça, e escrever esse texto, poder mostrar minha dor, para você que esta do outro lado, saiba muito bem até onde pode chegar o seu medo e sua vergonha de denunciar!
Vamos quebrar o silêncio, não os deixem nos abusar eternamente, pois da linha mais clichê e possível de se dizer... No nosso caso, a única solução de ter uma vida feliz é fazendo justiça!


Disque 100 para o abuso infantil

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Garoto de 14 anos se mata apos ataques homofóbicos




ESTADOS UNIDOS - Mais um adolescente gay comete suicídio nos EUA. Agora foi a vez de Philip Parker, um garoto de 14 anos que foi vítima de assédio homofóbico na escola. A tragédia ocorreu no Tennessee, estado cujo Senado votava a um ano, um projeto de lei que proibia professores de mencionar a homossexualidade em sala de aula.
Os pais do garoto se arrependem por não estarem plenamente conscientes do sofrimento pelo que seu filho estava passando. "Eu deveria ter percebido que algo estava errado, mas ele parecia feliz", disse sua mãe, Gena Parker. Aparentemente, depois de descobrir o corpo enforcado do garoto, seus pais encontraram um bilhete escrito a mão que dizia: "Por favor, me ajude mamãe". Philip teria dito também a sua avó, Ruby Harris, que se sentia como se havia uma grande pedra oprimindo seu peito, e que tudo que ele queria era se livrar dela e poder respirar livremente.
A morte de Phillip Parker aconteceu logo após outro adolescente gay do Tennessee, Jacob Rogers, tirar sua própria vida depois de também sofrer assédio homofóbico, tragédia que ocorreu alguns dias após o suicídio de outros dois jovens: Jeffrey Fehr, 18, e Eric James Borges, de 19 (este último cresceu em uma família fundamentalista cristã que inclusive tentou exorcizá-lo). Em todos os casos mencionados, o suicídio foi cometido após anos de sofrimento pela mesma causa. Estes são apenas alguns dos casos de suicídio de adolescentes que vem acontecendo nos últimos anos e que, infelizmente, não param, e provavelmente representam apenas a ponta do iceberg.
O Tennessee não é exatamente um estado fácil de se implementar políticas contra o bullying homofóbico. Em maio de 2011, o Senado aprovou um projeto de lei proibindo os professores de ensino fundamental e médio no Estado a fazerem qualquer menção a homossexualidade em sala de aula. O projeto, também conhecido como "don’t say gay", foi patrocinado pelo deputado Stacey Campfield, que passou vários anos lutando para levá-lo adiante.
A medida não conseguiu entrar em vigor, uma vez que estava aguardando a ratificação pela Câmara dos Representantes do Estado, mas não se descarta sua futura aprovação. Enquanto isso, os conservadores do Tennessee promovem outro projeto que impediria a punição a homofóbicos, quando o assédio moral for motivado por preceitos religiosos.


Mundo Mais

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Gay é espancado, amarrado em poste e queimado vivo na Escócia



ESCÓCIA - Stuart Walker, de 28 anos, foi espancado e queimado vivo nas primeiras horas da manhã deste sábado (22). A polícia acredita que Walker, gerente do Hotel Royal, tenha sido brutalmente assassinado por causa de sua orientação sexual. Seus restos mortais totalmente carbonizados foram encontrados às 05h deste sábado por populares, que suspeitam que Walker tenha sido vítima de ataque homofóbico.
Os detetives do caso lançaram hoje o inquérito que investigará a morte de Walker. “Ele havia saído com amigos para noitada, e foi visto pela última vez por um colega da família perto de uma estação, cerca de 3h antes de ter sido encontrado morto”, disse o detetive John Hogg.
A polícia está investigando todas as festas que aconteceram nas propriedades vizinhas nas primeiras horas da manhã de sábado, mas até agora não se sabe nada do assassinato do gerente de hotel.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

O inimigo mora ao lado



Levantamento da Secretaria de Direitos Humanos revela que em 10% dos episódios de homofobia relatados, o agressor foi um amigo.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Para que ser gay?

Em um belo dia de segunda, conversando com alguns colegas de um curso, fui perguntando de tal forma, que me surpreendi...
Me perguntaram por que sou assim?
Senti tanta dor na hora, pensei na vida... Pensei em tudo mesmo, e até me questionei por vários motivos, mas tudo isso me levou a ver como esse mundo é injusto.
Se eu pudesse nascer de novo, não por vergonha de ser quem eu sou e sim por saber o quanto de preconceito vou ser submetido... Evitaria escutar da boca da minha própria mãe, que preferia me ver morto a ser uma bichinha...
Entre tantos argumentos, tanta hipocrisia da sociedade, nenhum chega ao meu ponto alvo... Nenhum me atrapalha por um simples motivo... Tenho direito de ser feliz!
Agora me questione porque gosto de música sertaneja, me retalhe por eu nunca ter beijado... Mas deixe meu mundinho ordinário e mesquinho para depois, não percam tempo comigo, sou feito da mesma matéria que você meu caro.
Não escolhi ser assim, e nem escolheria... Mas foi o que deu né?
Faça a comparação...
Quem gostaria de sofrer preconceito?
Quem gostaria de ser o excluído da família?
Quem gostaria de ser confundido com um pedofilo?
Quem gostaria de ser chamado de Aidético só pelo fato de ser gay?
Quem gostaria de ter sua vida depois da morte já planejada?
Quem gostaria de ser como eu sou?
Isso é só um pouco de várias questões relacionadas ao assunto... Isso é apenas o começo...
Porque sou gay?
Não quero ser comparado ao um monstro, não quero ter que dormir e pensar em minhas atitudes amanhã... Isso cansa!
Desde pequeno sonhei com o tipo de cara perfeito, era inocente, enquanto os meninos brincavam de carrinho, eu queria apenas ficar perto das meninas... Elas tinham assuntos melhores... Sentia-me fora do ar, nunca gostei de lutinha, sempre odiei grosseria, se um cara ofendesse uma mulher, ficava louco!
Sou apaixonado pelas mulheres... Elas são fortes, lindas e encantadoras.
Acredito que sou mais homem que certos homens por ai... Sim... Sou bastante homem, pois tenho caráter de um verdadeiro homem. Aprendi que ser homem não é apenas por sua condição de hétero, e sim pelo simples fato de se portar como um.
Não sou por escolha, nem quero viver com esse ditado... Sou assim por condição, uma condição que me força a ser mais um no número de casos com pessoas assassinadas vitimas da homofobia.
Diga não ao preconceito... Você pode sofrer dele amanhã

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

O GAY ENRUSTIDO




Nós seres com “condição” homossexual, temos limites, em que qualquer ser humano que se diz “normal” se presa a ter. É clássico ouvir que somos uma má influência na sociedade, em que os pais, determina o local e as pessoas com quem seus filhos freqüenta, tentando assim, preservar a moral dos tempos antigos.
Para Freud o ser humano é biologicamente bissexual, grande parte do grupo homo-afetivo não acredita muito nessa possibilidade, em que a própria sociedade hetero prega como o “gay enrustido”. Incapazes de assumir sua sexualidade, em que muitos mantêm relação sexual com pessoas do mesmo sexo, mas que continuam usando o mesmo termo hetero de vida.
Em uma pesquisa, mostra que nos EUA, 40% dos homens “casados” têm ou tiveram uma relação sexual ativa com outros homens, os mesmos sempre se intitularam com a condição hetero, mesmo sabendo que suas atitudes eram tomadas pelo grupo homossexual.
Vejo próprias pessoas do movimento GLBT não aceitar o termo bissexual por não estar de acordo com a famosa aceitação da sua “orientação”, mas esquecem que esta agindo com próprio preconceito que nosso grupo tanto combate, esquecendo dos valores morais da mesma.
É revoltante ver homens casados trair suas mulheres com pessoas do mesmo sexo, lembrando que a revolta se da pela traição, não sendo hipócrita, realmente o grau de sofrimento aumenta. Mas prefiro intitular os selvagens, que usa da violência, para agredir milhares de homossexuais todos os dias, como os ”gays enrustidos”. Nada mais justo, em uma sociedade que usa tanto os rótulos.
Mas em um século com tantas diversidades, em um mundo com intensas transformações, não é correto julgar ou afirmar coisas, que a própria pessoa não esta convicta. Devemos lembrar apenas do “eu” de cada pessoa, fazendo valer aqueles famosos versos...
"Não importa sua roupa, sua cor ou condição, só me importo com o seu caráter”.


Vídeo relacionado mostra que em uma pesquisa, grande parte dos homofóbicos, podem ser um gay enrustido!



quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Penetração corretiva em lésbicas! Um ato que deve ser denunciado


Estou aqui para discutir sobre algo pouco conhecido na sociedade. Até então não sabia que existia pessoas com esse tipo de pensamento... Logo abaixo esta um artigo escrito pelos os mesmo, falando sobre sua atuação e pensamentos na sociedade:
descrição:
"SÓ AS MÃES SÃO FELIZES"- Cazuza


“A que endurecer pero sin perder la ternura"- Ernesto "Che" Guevara

"Cobra com aranha é que dá pé. Aranha com aranha Sempre deu jacaré"- Raulzito


A penetração corretiva é um ato de amor.

Onde a mulher é tirada do caminho da perdição através do amor introduzido por um varão capacitado.

A mulher outrora desviada do caminho natural agora cumpre seu divino papel de acolher o amor.

A penetração corretiva se bem feita gera a vida.


AVISO1:Não fazemos aqui apologia ao estupro. Estupro é quando não há amor de nenhuma das partes.

AVISO2:Não Somos homo fóbicos com lesbicas

AVISO3:Não Somos humoristas o assunto aqui é sério


Somos a favor do amor ♂ +♀=S2


PENETRARE, AMARE, SANARE ET LIBERTARE
As descrições foram tiradas de uma comunidade em um site de relacionamento, o fato é concretizado, pois existem provas através de fotos, e apologia ao mesmo em todos os sentidos.
O Brasil hoje esta no topo no assunto abuso, estrupo, seja lá qual for o nome dado a essa monstruosidade. E pensar que exista pessoas preconceituosas e hipócritas, ao ponto de abordar um assunto de forma tão selvagem, em prol do divino papel que é dado apenas por Deus, chega da nojo de tanta maldade. Enquanto centenas lutam por uma sociedade humanitária, outros lutam para que a mesma se perca.
Para quem não entendeu o sentido do pensamento absurdo mostrado acima, mostra pessoas que são a favor, que usam a bíblia como apoio, para abusar lésbicas no sentido de haver a cura, a cura da homossexualidade...
Estou aqui realmente para criticar, isso não é mais uma questão de opinião, isso é crime, e merece ser repensado sobre os que cometem.

Novo tema atualizado, um site de um famoso ditador do assunto esta causando muita polêmica, o mesmo da dica de como uma "lésbica" deve ser penetrada, e prolonga o assunto dizendo que os gays devem ser sepultados vivos.

              Hoje vou ensinar técnicas de abordagens viris pra penetrar essas lésbicas

Pelo conteúdo do site, não gostaria de postar o que esse ser postou sobre o tema. Para saber detalhadamente sobre o assunto basta entrar nesse endereço: http://www.silviokoerich.com/


sexta-feira, 20 de maio de 2011

Adoção homossexal


Não devemos debater algo que esta coerente com as regras da sociedade... Debatendo sobre o assunto, torna a sociedade apita a hipocrisia!
Justificativas são colocadas de modo fútil, colocação não inteligente, para centenas de pessoas que se diz não ter esse tal preconceito...
Se você é contra a adoção de uma criança por um casal homoafetivo, você tem preconceito! Pois a relação esta ligada pela influência que não existe. Em todo o mundo 99% dos homossexuais são filhos de casais heteros, onde esta a influência?
Não tem coerência... Milhares de crianças estão vivendo em orfanatos, precisando de amor, carinho, educação, precisando de uma família para poder crescer de uma forma saudável, negar esse direito por má fé ou alienação de uma religião ou política barata, é extremamente não adaptável, fazendo assim uma pessoa mal preparada para viver em uma sociedade com tantas diversidades!
Com base no assunto, irei esclarecer o surgimento do ato homossexual, sem estar relacionado a qualquer tipo de opção e orientação... Pois a homossexualidade é uma condição!
Nos primórdios de toda a existência, quando o mundo era habitado pelos homens da caverna, os mesmo mantinham um contato “homo” pela falta de informação, em que foram se adaptando, descobrindo o prazer, formas de vida, e construindo aos poucos os surgimentos das idéias...
O tempo foi passando, e a relação entre ambos foi diminuindo, pois o sexo passou a ser como meio de procriação. O ato do sexo era feito, por mera inocência! Ou seja, o descobrimento do mesmo não teve maldade, pensamento religioso ou político, era feito porque era gostoso!
O tempo passou, os pensamentos e novas formas de organização foram surgindo, chegando ao nível do histórico período dominado pela igreja, pelos pregadores de religião culta e dominadora, que estabelecia através da mesma o domínio do livre arbitro.
Seguindo assim a bíblia, discriminando atos de homossexualidade sem ao menos pensar no porque tal ato era consumado, seguiu uma firme lei, em que os mesmos pagariam o ato monstruoso com o próprio sangue... E isso acompanha o preconceito até hoje.
É coerente julgar uma pessoa pela bíblia?
Na mesma esta escrita tanta coisa, sem querer ofender a Deus, que respeito mais do que qualquer “normal”. Existem tantas coisas que são abomináveis aos olhos de Deus, porque julgar, em que o sentido da palavra também é um pecado, pois o único que deve nos julgar é Deus.
A homossexualidade não é escolha! Se fosse escolha afirmaria com toda certeza, que todos os homossexuais do mundo, optariam por uma forma de vida hetero. Afinal de contas levar uma vida sem preconceitos seria muito mais fácil, é claro que todo mundo sofre preconceito de acordo com sua condição, mas é por esse simples fato, claro e convicto que digo, não é escolha, e sim condição!
Não precisaria lutar todos os dias por um lugar na sociedade, enfrentando família, religião, até mesmo política, para poderem esquecer a minha forma de amar, e olhar apenas para meu caráter, para a minha identidade. Veja! Sou eu! Uma pessoa como qualquer outra!Um alguém que precisa de respeito, e acima de tudo conhecimento, não pela minha vida intima, e sim pela a minha personalidade, pelo o que faço na sociedade, como qualquer outra pessoa, tenho direito de ser normal!
Por ser normal, ninguém tem o direito de tirar o ato de construir uma família, pois o único objetivo de todas, é dar amor, carinho, e educação. Sendo assim quem não aceita, é um “expert” na arte da atuação.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Eddie Long, O cinismo do bispo antigay

Atravessando a Union Station, em Washington, na semana passada, fiz minha reverência habitual à estátua de A. Phillip Randolph (1889-1979). Alguém pode não reparar nela se não a estiver procurando, e deixaram que o monumento fosse depredado (os óculos esculpidos na mão dele foram arrancados há alguns anos). Randolph montou um poderoso sindicato de ferroviários negros e propôs a primeira Marcha sobre Washington quando Franklin Roosevelt (1881-1945) era presidente.
Seu papel no movimento pelos direitos civis foi seminal e dinâmico. No entanto, não se ouve mais o nome dele nem é ensinado nas escolas. Nem o nome de Bayard Rustin (1912-1987), um carismático intelectual negro e pioneiro dos direitos dos gays, que organizou a Marcha sobre Washington em 1963. Ao lado de muitos outros heróis democráticos seculares, Randolph e Rustin foram apagados da história. O jeito mais fácil de conseguir aceitação instantânea como “líder” negro hoje em dia é jogar a palavra “reverendo” na frente do nome.
Ou, se você for realmente ganancioso, a palavra “bispo”. O bispo Eddie Long, da Igreja Batista Missionária Novo Nascimento, no Estado da Geórgia, prega que Bayard Rustin foi um pecador desprezível que sofria da “doença” curável da homossexualidade. Tenho uma regra básica que nunca falha para esse tipo de clérigo. Acerte o relógio e sente-se: logo, logo eles vão ser apanhados esparramando-se voluptuosamente no banheiro dos homens. Pode ser cedo para colocar Eddie Long nesse grupo, mas duvido que eu tenha de recuar.
Eis, afinal de contas, o que o amigo de Long, reverendo Timothy McDonald III, da Primeira Igreja Batista Iconium, tem a dizer: “Esta é a questão: como pode alguém ser contra a homossexualidade e estar supostamente praticando-a? É o máximo da hipocrisia”. Cinismo e ingenuidade parecem conviver pacificamente nessa declaração. O reverendo McDonald não parece acreditar muito nas negações bem pouco convincentes proferidas por Long, acusado de ter coagido quatro jovens a fazer sexo com ele. Um de seus supostos parceiros talvez estivesse no limite da idade do consentimento, mas, fora isso, não consigo me importar se o autointitulado bispo transa com seu rebanho. O que me importa não é nem a risível obviedade de sua cobiça por bens materiais: joias, correntes de ouro, limusines e guarda-costas. Não, o que me ofende é que Long tenha sido capaz de fazer quatro ex-presidentes dos Estados Unidos (Jimmy Carter, George Bush pai e filho e Bill Clinton) assistir a seu circo opulento para o funeral de Coretta Scott King (viúva de Martin Luther King Jr.), em 2006. Muitos outros charlatães se beneficiaram do golpe clerical, e muitos deles são brancos. Há, porém, algo especialmente horrível sobre o modo como o púlpito negro dá uma espécie de passe livre, quase como se a sociedade branca tivesse se assegurado de que os negros americanos adoram alguns deles pregando. Nessa neblina de condescendência étnica, há espaço de sobra para vigaristas.
Eddie Long dizia que ser gay era uma “doença”.
Agora, é acusado de ter feito sexo com quatro jovens
Não me espanta que o bispo Long ainda seja aplaudido pelos bancos da igreja depois do testemunho de sua “brigada” de rapazes. É impressionante que ainda esteja por aí depois das revelações sobre suas finanças pessoais. O que eu gostaria de saber é: quanto desse financiamento e desses gastos foi isento ou dedutível de impostos como “utilidade pública”? Num momento de discussão sobre a distribuição do ônus dos impostos, por que nunca se propõe que grandes quantias levantadas pelas igrejas sejam submetidas à Receita? Em 2006, a igreja de Long recebeu cerca de US$ 1 milhão dos contribuintes por meio da chamada “iniciativa baseada na fé” do governo de George W. Bush, uma parcela dos impostos destinada a entidades religiosas com supostas obras sociais. Insinuou-se que poderia ser uma compensação pela postura agressiva do bispo contra o casamento gay e outras “abominações” homossexuais. Se foi isso, minha pergunta seguinte fica mais divertida: como Long e seus amigos, “unidos” como estavam por fortes “laços” masculinos, gastaram nosso dinheiro?

Por Christopher Hitchens

Revista Época